Coletivo de teatro disponibiliza espetáculos gratuitos nas redes sociais, na Paraíba


Novo vídeo-cena do projeto Pegadas será lançado nesta quinta-feira (2). No mesmo dia, coletivo também vai lançar o projeto de Lives ‘Eu De(vir)’. Novo vídeo-cena do projeto Pegadas será lançado na quinta-feira (02 ). No mesmo dia coletivo também vai lançar o projeto de Lives “Eu De(vir)”.

O Coletivo de Teatro Aruã, formado pelos artistas/pesquisadores Aelson Felinto, Heráclito Cardoso e Miguel Segundo, disponibilizou em suas redes sociais links de espetáculos de forma gratuita e deu início a projetos, que visam continuar compartilhando histórias com o público em plataformas digitais, enquanto o retorno aos palcos não é possível.
O novo vídeo-cena do projeto Pegadas, “Vovó Maria”, será lançado na quinta-feira (2). No mesmo dia, o coletivo também vai lançar o projeto de lives “Eu De(vir)”. Uma atividade quinzenal, sempre aos sábados, que vai ao ar a partir do dia 4 de julho, às 18h30, na página do projeto no Instagram.
Segundo o ator Heráclito Cardoso, o projeto funcionará com músicas, poesias e textos teatrais. “Queremos fazer desse espaço das lives um lugar de conversa com outros artistas que em seus processos criativos também partem dessas escritas de si. A ideia é que a cada encontro, o público venha saber um pouco mais da produção artística local, regional e nacional, como também entender como se dá o processo de construção de um espetáculo teatral. Um lugar para se inspirar, aberto para todos produzirem arte, a partir de suas histórias, experiências e realidades”.
No projeto “Pegadas”, lançado no dia 24 de junho, o coletivo compartilha e conta histórias do público através de vídeo-cenas, lançadas semanalmente. “Nos propomos a perceber as poéticas da experiência de pessoas ‘comuns’, mas que fizeram todo a diferença em nossa trajetória. Partindo desse pensamento e entendendo que cada um de nós encontra pelo caminho, pessoas que nos inspiram e nos marcam, damos início ao Pegadas”, disse Miguel Segundo, integrante do Coletivo Aruã.
Segundo os integrantes, o público envia uma história para eles em vídeo, áudio ou texto, por meio das redes sociais ou pelo email coletivodeteatroarua@gmail.com, e Coletivo Aruã transforma a história em vídeo/cena.
De acordo com o coletivo, desde o início do isolamento social, causado pela pandemia do coronavírus, quando as atividades artísticas e culturais foram suspensas por tempo indeterminado, os trabalhadores de diversos seguimentos da cultura vem reinventando o seu fazer artístico.
O coletivo, que teve sua fundação em 2018, investiga em suas pesquisas possibilidades de composição da cena teatral através de materiais autobiográficos/autoficcionais e biográficos, para construir vínculos mais íntimos com o público. Objetos, áudios, vídeos, diários, documentos, são utilizados na construção da cena, como forma de revisitar, na ação teatral, aqueles acontecimentos que ficaram registrados na memória.
“Entendemos que esse é um momento muito sensível e vemos em nosso trabalho uma possibilidade de levar ao público um pouco de leveza nesses dias tão difíceis”, contou Aelson Felinto, ator e produtor do Coletivo.

COM AGÊNCIAS

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